Mostrando postagens com marcador propaganda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador propaganda. Mostrar todas as postagens

domingo, 8 de agosto de 2010

Tecnologia épica

sábado, 17 de julho de 2010

Tecnologia que emociona

A Apple e a AT&T lançaram os novos comerciais do iPhone4. Simples e pertinente, exatando o video call do aparelho. Dá só uma olhada:










terça-feira, 6 de julho de 2010

garotos-propaganda-acionistas

Ashton Kutcher é o novo responsável pelas ações de marketing nas redes sociais da Popchips, uma fábrica de salgadinhos sediada em San Francisco, Califórnia. O ator, que comprou uma participação minoritária da empresa, foi nomeado presidente de cultura pop da companhia.

O astro, que tem mais de 5 milhões de seguidores no Twitter, disse que vai criar novas maneiras de conectar os consumidores com o produto.


Para a Popchips, o acordo com Ashton é parte de um esforço para abocanhar uma fatia maior do mercado de salgadinhos saudáveis, avaliado em 30 bilhões de dólares anuais. Em vez de usar fritura, a empresa aplica calor e pressão a fatias de batata para produzir os chips. A companhia faturou 19 milhões de dólares em vendas no ano passado. Para 2010 a previsão é que esse valor supere 40 milhões.

A parceria entre Kutcher e a Popchips revela uma nova tendência na relação entre marcas e celebridades. Além de simplesmente receber um cachê para endossar produtos e estrelar anúncios, as empresas estão procurando acordos mais abrangentes, que proporcionem uma participação maior nas ações.

“Olha, eu vou comer esses salgadinhos de qualquer jeito… se eu posso, por que não realmente possuir um pedaço da empresa?”, disse Kutcher.


Profissionais do ramo acreditam que essa tendência está ocorrendo devido à crescente sofisticação dos consumidores, que estão se tornando cada vez céticos com relação a campanhas envolvendo celebridades. A ideia é que quanto mais profundo e autêntico for o envolvimento do artista com a marca, mais confiável a associação será para o público.

Nessa mesma linha, Lady Gaga foi nomeada chefe de criação da Polaroid no início do ano. A cantora, que comprou uma participação acionária da companhia, além de estrelar anúncios, vai ajudar na criação de novos produtos.

Em outro acordo parecido, a atriz Sarah Jessica Parker se tornou chefe de criação de moda da marca Halston.


Alianças mais profundas entre Hollywood e as corporações começaram a ganhar força alguns anos atrás, quando o rapper 50 Cent se tornou acionista da Energy Brands, uma fabricante de bebidas que posteriormente foi comprada pela Coca Cola.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Internet alcançará TV e ultrapassará impressos nos próximos anos

Segundo pesquisa feita pela consultoria Pricewaterhouse Coopers, publicada essa semana, daqui a quatro anos as receitas publicitárias da internet alcançarão os mesmos níveis obtidos pela televisão. As duas mídias devem faturar mais de US$ 100 bilhões cada uma, em 2014.


Nesse mesmo período, a publicidade na web vai ultrapassar a dos meios impressos. O relatório estima que em 2014 a internet movimentará US$ 34,4 bilhões em anúncios, enquanto revistas e jornais vão faturar US$ 22,3 bi.

O estudo aponta que os gastos com acesso à rede ao redor do mundo irão de US$ 228 bilhões em 2009, para US$ 351 bi em 2014.

Um veículo que está se adaptando muito bem à era da comunicação online é o jornal Financial Times de Londres. Enquanto a maioria das publicações luta para conseguir 10% da sua receita através da internet, o FT projeta que um terço da receita no ano de 2012 venha da sua versão digital.
 

O jornal acredita que a renda obtida com os pagamentos diretos supere a dos anúncios impressos, já neste ano. O dinheiro vindo com a liberação do conteúdo online, ou com a venda de assinaturas da versão impressa, é considerado pagamento direto pelo FT. Para a maioria das publicações, a venda de anúncios impressos continua sendo a principal fonte de renda.

A fórmula encontrada pelo jornal londrino para sobreviver na era da internet foi cobrar pelo acesso à sua versão digital. Segundo John Ridding, executivo-chefe do FT, o jornalismo de qualidade sempre encontrará gente disposta a pagar por ele. “Alguns apóstolos da liberdade, que dificultaram a nossa vida quando começamos a cobrar pelo acesso online alguns anos atrás, já não estão mais no mercado”, completa Ridding.

O Wall Street Journal já cobra pela sua edição online, enquanto o New York Times e o Times de Londres também pensam em fazer o mesmo.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Comercial cinematográfico consolida a Nike no topo do mundo da bola

Em ano de Copa do Mundo, as empresas investem pesado em anúncios ligados ao futebol. No ramo esportivo,  esse investimento pode chegar a níveis estratosféricos. Para não ficar atrás da sua principal rival, a Adidas, que produz a bola e todo o material oficial do torneio, a Nike resolveu contra-atacar.  A principal ação da empresa norte-americana foi um super comercial de 3 minutos dirigido pelo premiado cineasta mexicano Alejandro Gonzáles Iñárritu, diretor de produções como Amores Brutos e 21 Gramas.



O anúncio foi desenvolvido pela agência Wieden+Kennedy ao longo, de um ano. Ele conta o que aconteceria com a vida e a carreira de vários craques caso eles errassem ou acertassem uma jogada decisiva durante a Copa. Heróis ou vilões? Vencedores ou fracassados? Wayne Rooney se tornaria um cavaleiro condecorado pela rainha, ou um jardineiro gordo, morador de trailer? Daí o nome da campanha ser “Write the Future” (escreva o futuro, em uma tradução literal). Outras estrelas que aparecem no comercial são Didier Drogba, Cristiano Ronaldo, Franck Ribéry, e até Ronaldinho Gaúcho, que acabou não sendo convocado pelo técnico Dunga.

A edição e as filmagens duraram 3 meses. As locações foram feitas em países como Inglaterra, Espanha, Itália e Quênia. A Nike não revela qual foi o orçamento do filme, mas não seria de espantar se o valor se equiparasse ao de um longa metragem.

De acordo com a empresa, o esforço valeu a pena. O vídeo já teve  quase14 milhões de acessos no YouTube e mais 17 milhões em outras plataformas da rede.

Com a compra da Umbro, em 2007, a Nike é atualmente a maior marca de futebol do mundo, faturando 1.7 bilhão de dólares anuais com o segmento. Feito incrível para uma empresa dos Estados Unidos, país onde o esporte ainda não figura na lista dos mais populares. Além do mais, para atingir o topo, a Nike teve de desbancar a Adidas, companhia que ao longo de décadas foi sinônimo de futebol ao redor do mundo.